Se tivermos uma doença grave, queremos o melhor médico do mundo.

Se tivermos uma doença grave, queremos o melhor médico do mundo. Não vamos perguntar à vizinha. Então, porque acreditamos em todo e qualquer indivíduo que nos indica algo sobre exercício físico?

Validem as vossas fontes de informação:

  • Que formação técnica e profissional tem a nossa fonte de informação?
  • Quer vender-nos algum produto?
  • Quantas pessoas treinou?
  • Que tipo de pessoas treinou (atletas, idosos, sedentários…)?
  • Que experiência tem? Tem um ano repetido dez vezes, ou construiu um conhecimento sólido baseado em grandes princípios de treino.
  • Ele próprio incorporou o exercício na sua vida de forma equilibrada e foi adaptando o programa de treino ao longo dos tempos?
  • Tem muitas certezas absolutas?
  • Interessa-se por nós como pessoa?
  • As indicações que nos dá, incluem sono e alimentação?
  • Faz perguntas poderosas?

Estas são apenas algumas questões que nos deveremos colocar a nós próprios ao aceitar informação sobre exercício e estilo de vida que vem de uma fonte desconhecida. Não tem de ser perfeito, mas… Também não pode ser qualquer um. Embora (confesso), grande parte das soluções no que toca ao exercício físico estejam mesmo dentro de nós. Por vezes, apenas necessitamos de uma ajuda profissional séria e uma dose de motivação que nos faça

Como diria Arthur Jones: “Se queres aprender a treinar um cavalo de corrida… Não perguntes a um cavalo de corrida!”