Personal Trainer – As 11 Estratégias Top Para o Sucesso

Reunimos neste pequeno texto algumas estratégias que sempre funcionaram independentemente dos ambientes, das pessoas e dos locais onde operamos ao longo destes 30 anos, durante milhares de horas, com milhares de pessoas diferentes.

1. Foco

adult blur bouquet boy
Photo by Pixabay on Pexels.com

Vivemos hoje uma época de distracção. Solicitamos concentração, mas estamos muito treinados na distracção. O crossfit veio contribuir para maior ênfase em variedade, mas é impossível sermos bons em tudo. Por isso, a primeira grande ideia é focarmos a nossa atenção numa coisa de cada vez. Esse é o mesmo conselho para quem quer ser bom no crossfit: passar uns meses dando prioridade a um movimento, depois outra temporada a outro e assim sucessivamente. Dessa forma, se seleccionar bem os movimentos que aparecem na maioria dos WODs, será sempre mais bem sucedido do que aqueles que procuram progredir ao mesmo ritmo em tudo.

O personal trainer é um treinador gourmet. Deveria ser um profissional com boa formação e muita experiência, para poder fazer um fato à medida como faz o alfaiate ou criar pratos únicos e saborosos como um bom chef de cozinha. Para tal, tem de focar a sua atenção numa pessoa só. Toda a atenção. Se tiver 2 clientes em simultâneo está com um pequeno grupo, não é treino personalizado.

O personal trainer não é especialista em boxe, massagem, mobilidade, força, ginástica… Pode ter bons fundamentos em diversas áreas, mas haverá sempre uma base de trabalho.

Pessoalmente, considero que a minha especialidade é conseguir integrar bem as várias áreas do conhecimento como marketing, psicologia, sociologia e biologia durante um treino com uma pessoa. Por ter nascido como treinador no campo de futebol, crescido no ginásio, piscina e em escolas portuguesas, a experiência obtida nesses ambientes, é obviamente uma base de intervenção no meu trabalho. Suportado pela formação académica em educação física, gestão desportiva e psicologia, não esperem que eu invente nos meus treinos com artes marciais, dança ou brincadeiras com bolinhas e elásticos 🙂

2. Disciplina + Método + Controlo

barbell on the floor
Photo by Leon Martinez on Pexels.com

Existem 3 grandes razões pelas quais as pessoas necessitam ajuda de um coach, de um explicador, de um tutor, de um treinador:

a) Falta de auto-disciplina. A capacidade de cumprir uma rotina, um plano, de treinar quando está mais cansado, quando faz sol ou faz chuva.

b) Falta-lhes um método adequado para as suas necessidades. Quando temos 16 anos e vivemos em casa dos pais, quando andamos cheios de entusiasmo por sermos iniciados e temos 2h por dia para treinar, acabamos por usar todo esse tempo. Mas quando começamos a trabalhar, quando temos filhos e vida familiar intensa, a disponibilidade física, mental e temporal é diferente. O método usado para treinar 2h por dia já não serve. Embora as leis naturais sejam as mesmas, embora os princípios de treino se apliquem em ambos os casos, a realidade é bem diferente. É possível evoluir com 3 treinos por semana de 1h, mas o indivíduo que só sabe treinar com 2h por dia em 6 dias por semana, acaba por abandonar muitas das vezes por não poder aplicar o único método que conhece.

c) Por último, as pessoas não têm auto-controlo. É aí que entra o registo de treino, é ai que entram as aplicações de telemóvel, os diversos gadgets de punho, ou os anéis de controlo de atividade que procuram ajudar a criar disciplina e controlo.

3. Técnica => Intensidade => Endurance

man in black tank top on roadside
Photo by Derick Santos on Pexels.com

Um dos problemas da popularidade das corridas, dos trails ou do crossfit, é a falta de progressão e o excesso de volume numa fase precoce. Se mal dominamos a técnica e procuramos colocar demasiada intensidade e volume, arriscamos lesão. Enquanto não dominamos a técnica, não podemos colocar essa técnica sob stress (ex: efetuar muitas repetições em pouco tempo ou efetuar a técnica mal dominada no mínimo de tempo possível). Quem tem melhor técnica gasta menos energia. Isso é fácil de verificar na natação. Se eu dominar a técnica e procurar executar sob stress, consigo manter um padrão de movimento que respeite a física e a anatomia e assim, poder perdurar no tempo (endurance).

4. Física + Anatomia + Princípios do Treino

man head spin
Photo by Pixabay on Pexels.com

As metodologias de treino podem ser muito diferentes, mas se não respeitarmos as leis da física, será tudo mais difícil de executar e arriscamos rapidamente lesão. Imaginem no agachamento, no press e no peso morto, uma barra que não está alinhada com o meio do pé. Dificulta imenso o exercício e obriga a tensões em pontos do corpo que não estão preparados para tal. O desrespeito pelas funções musculares e articulares, também leva a invenções de exercícios, técnicas que obrigam a um esforço inadequado de músculos que supostamente não deveriam ser os principais mobilizadores do movimento, desconforto generalizado e lesões muito comuns nas desproporções de trabalho parte superior com parte inferior do corpo, músculos de empurrar e músculos de puxar, etc.

Se me pedirem para verificar se o plano de treino B está bem feito, a primeira coisa que vou fazer é certificar-me que respeita as leis naturais do treino. Aliás, os princípios do treino deveriam ser aprendidos na prática por todos os clientes: sobrecarga, ação retardada e reversibilidade são muito desrespeitados pelos profissionais na criação de rotinas de exercícios.

5. Stress + Recuperação + Adaptação

man lying on bed
Photo by rawpixel.com on Pexels.com

Treinar é sair da zona de conforto, é fazer algo ao qual não estamos habituados. Aplicamos assim um estímulo. Se deixarmos que o corpo recupere, este poderá produzir mudanças para se adaptar às novas exigências impostas por esse estímulo. Se treinarmos com demasiada frequência e não deixarmos os corpo recuperar, não haverá mudança positiva. Muitas metodologias de treino baseadas em grandes volumes e grande variedade de exercícios, não permitem uma recuperação adequada, gerando por vezes retrocesso, doença, overtraining, que são de certa forma, adaptações indesejáveis.

6. Seres bio+psico+sociais

affection baby baby girl beautiful
Photo by J carter on Pexels.com

Uma pessoa quando treina, não é só um ser físico, mas cada vez mais assim é tratado pelos profissionais da atividade física: como se fosse um conjunto de interações bioquímicas condicionadas pela sua genética. Mas os fatores ambientais são responsáveis por mais de 70% daquilo que é o indivíduo. O estado de humor, o comportamento, a personalidade e os aspectos que conhecemos como psicológicos, têm de ser tidos em conta na hora de treinar pessoas. Por isso uma sequência de repetições 10-9-8…+1 funciona melhor com uma pessoa com perfil de afastamento. A cultura geral e desportiva, os factores familiares e socio-económicos, também condicionam a elaboração de um programa de treino, porque o ser humano é um ser social e as suas interações com outros indivíduos alteram positiva ou negativamente o seu estado. Esta abordagem bio-psico-social, tem vindo a ser cada vez mais utilizada na medicina também (felizmente). 

Muitos programas de treino esquecem que as pessoas fazem parte de um mundo real, não de um mundo utópico em que vivemos para treinar. As pessoas têm filhos, emprego exigente, deslocações, situações que não controlam (stress), dificuldade em preparar refeições e conseguir tempo de treino diário em slots exagerados de horas e horas como se fossem profissionais.

7. Coisas simples muito bem feitas com emoção

barbell on the floor
Photo by Leon Martinez on Pexels.com

Como em tudo na vida, são as coisas simples, muito bem feitas, de forma consistente que nos levam ao êxito. São os movimentos básicos repetidos de forma impecável e progressiva que nos levam de iniciados a intermédios ou avançados. Não são os exercícios de detalhe, os movimentos de reabilitação aplicados em pessoas saudáveis que  lhes vão melhorar significativamente o seu estilo de vida, a sua performance desportiva ou criar o bem-estar que procuram. Se aos movimentos básicos adicionarmos progressão e começarmos a gostar daquilo que fazemos, então o êxito está mesmo garantido e a sobrevivência assegurada.

8. Rapport + Comunicação VAKOG no aquário

woman underwater
Photo by Engin Akyurt on Pexels.com

Muito antes de conseguirmos comandar, de acharmos que vamos impôr determinados exercícios ou um conjunto de repetições, temos de estabelecer rapport com um cliente, encontrar pontos comuns e definir uma base de comunicação visual, auditiva, cinestésico e olfativa para ajudarmos a pessoa a ir do seu estado atual para o estado desejado. Tudo isto, conscientes de que atuamos numa área de serviços, na qual se vendem “atos humanos” e onde estamos permanentemente sob observação de outros clientes e de outros profissionais. Aqui não há treinos à porta fechada, a não ser no domicílio dos clientes (situação que só recomendo em circunstâncias muito especiais e de preferencia se eles tiverem um espaço próprio de treino).

8. Força é a base

man pushing cart with weight plates
Photo by Leon Martinez on Pexels.com

A força é a capacidade base de todas as outras capacidades que conhecemos por velocidade, resistência, equilíbrio e agilidade. Mesmo a capacidade de coordenar várias ações motoras irá depender de algum nível de força. Podemos dizer que, se queremos carregar um camião com 50 fardos de palha, temos de ter força para carregar um fardo de palha. Sem isso não conseguimos completar a tarefa. Se queremos equilibrar-nos em cima de uma plataforma instável, temos de ter força para nos segurarmos numa plataforma estável. Por isso, é importante não colocar uma pessoa em cima de um situação instável; não colocar ninguém a saltar para cima de uma caixa antes de ser capaz de fazer 40 ou 50 agachamentos, correr à máxima velocidade (sprint) antes de ser capaz de fazer corrida lenta durante alguns minutos; agachar com barra antes de ser capaz de agachar em amplitude total com o seu peso corporal; de fazer “pino” antes de ser capaz de fazer 5-10 flexões de braços; fazer kipping toes to bar ou pullups antes de ser capaz de ficar suspensa cerca de um minuto na barra; fazer snatch antes de fazer overhead e peso morto com boa técnica e nível de força próximo do seu peso corporal, etc, etc, etc. Qualquer programa de treino de jovens ou idosos, terá como base o treino de força. Por isso, quando não vemos agachamento, press, peso morto, elevações ou uma progressão destes movimentos básicos, será difícil e arriscado efetuar com segurança outro tipo de movimentos que exijam mais coordenação ou velocidade.

10. Mudar estados – mudar hábitos

man person people emotions
Photo by Gratisography on Pexels.com

Para resolver problemas, temos de mudar o estado em que abordamos o problema. Perder peso, melhorar, saúde, melhorar condição física, ter mais energia, diminuir stress, tudo implica mudar estados. E mudar estado do professor pode influenciar a mudança de estado no aluno. Mudamos estados, mudando o nosso foco, pensando noutra coisa, mudando a forma como representamos a realidade na nossa mente em termos de sons, imagens e sensações. Mudamos estados, mudando a forma como nos movimentamos, a forma como respiramos, a nossa postura, a nossa expressão. Para ajudar a mudar o comportamento de uma pessoa, o primeiro a mudar somos nós.

Reconhecemos que todos querem um processo rápido de mudança física e mental, por isso a indústria do fitness investe milhões em dispositivos e dietas milagrosas, para ir de encontro às necessidades dos clientes ou para criar necessidades não existentes nesses mesmos clientes. Basta ver a parafernália de acessórios que as pessoas levam para um treino no qual a sua demonstração de força ou condição física geral é medíocre.

Tudo o que se contrói rápido, destrói-se depressa. Processos rápidos e drásticos de perda de peso, rotinas de treino militares aplicadas a sedentários, muita imposição e uma permanente e violenta saída da zona de conforto, não costumam criar mudanças a longo prazo. Mudar hábitos, sempre foi a solução. A ciência diz-nos que podemos tardar entre 21 a 128 dias a alterar um hábito. Daí que seja necessário focarmos-nos num hábito que tenha grande impacto nas nossas vidas e trabalhar essa questão, em vez de tentar tudo ao mesmo tempo.

11. Progresso = Sucesso = Felicidade

man in red crew neck sweatshirt photography
Photo by bruce mars on Pexels.com

Progresso é o objetivo do treino. Por isso é mais fácil ter êxito numa atividade em que haja uma forma fácil de mensurar o progresso em termos de tempo, carga ou distância. Daí a procura da balança como forma de medir progresso nas pessoas que pretendem ser mais magras.

Progresso significa aplicar o já mencionado princípio de sobrecarga ou da intensidade. A pessoa que pega em mais peso é sempre maior e mais forte. Será muito difícil medir progresso no trabalho complexo com elásticos, nas aulas onde a confusão entre a preocupação coreográfica e a aplicação dos princípios de treino é evidente.

Embora a felicidade deva ser algo interior, sabemos que está intimamente ligada ao sucesso, ao auto-conhecimento, à perceção de sermos capazes de fazer algo, de resolver um problema ou vencer um obstáculo. Daí que progresso, sucesso e felicidade, estejam interligados.

As vendas são naturais quando o serviço é bom. Se os clientes estiverem satisfeitos, eles vão recomendar. Reparem que os negócios bem sucedidos fazem pouca publicidade (não necessitam dizer: “-Eu sou bom!”).

Bons treinos!

Caixa de Ferramentas do Coach – Outros Recursos

Annesi, J. (1996). Enhancing exercise motivation. Los Angeles: Leisure Publications.

Babauta, L. (2016). FOCUS: A Simplicity Manifesto in the Age of Distraction. Founders House Publishing.

Bandler, R. (2010). Tenha agora a vida que quer. Lisboa: Lua de Papel.

Bandler, R., Alessio, R. e Fitzpatrick, O. (2013). The ultimate introduction to NLP: how to build a successful life. London: Harper Collins Publishers

Ben-Shahar, T. (2013). Em busca da perfeição. Lisboa: Lua de Papel.

Blanchard, K. e Shula, D. (1996). Everyone’s a Coach: Five Business Secrets for High-Performance Coaching. Zondervan Publishing House.

Carnegie, D. (1992). Como fazer amigos e influenciar pessoas. Porto: Civilização.

Carnegie, D. (1994). Como falar facilmente. Porto: Civilização.

Carvão, F. [Sua Mente]. Curso de PNL. Retirado de: http://site.suamente.com.br/curso-de-pnl-online/aula-07/.

Catalão, J. e Penim, A. (2011). Ferramentas de coaching. Lisboa: Lidel.

Cirulli, J. [Gainesville Health & Fitness Center]. (04.10.2011). Joe Cirulli: Never Give Up. [Ficheiro em vídeo]. Retirado de: https://www.youtube.com/watch?v=v2xPPBck4ek

Clark, T. , Osterwalder, A. e Pigneur, Y. (2012). Modelo de negocio EU. Alfragide: Dom Quixote.

Coutu, D. e Kauffman, C. (2009). What Can Coaches Do for You? Harvard Business Review, Jan. Disponível em: http://www.drfinney.com/media/1005/hbr_article-what-coaches-can-do-for-you.pdf

Csikszentmihalyi, M. [TedXTalks]. (12.05.2011 ). Rules of Engagement. [Ficheiro em vídeo]. Retirado de: https://www.youtube.com/watch?v=7e1xU0-h9Y8

Cudy, A. [TED.com]. (2012). Your body language shapes who you are. [Ficheiro em vídeo]. Retirado de: https://www.ted.com/talks/amy_cuddy_your_body_language_shapes_who_you_are

Dosil, J. (2002). Deporte, empresa y sociedad. Vigo: Editorial Universidad de Vigo.

Dosil, J. (2004). Psicología de la actividad física y del deporte. Madrid: McGraw-Hill.

Duró, E. [Ted Talks]. (12.03.2012). TEDxFundesem – Emilio Duró “Optimism in Difficult Times”. [Ficheiro em video]. Retirado de: https://www.youtube.com/watch?v=o89PSdx-L8I

Duhigg, C. (2012). O poder do hábito. Rio de Janeiro: Objetiva.

Eckhart, T. (2010). O poder do agora. Lisboa: Bertrand.

Gallwey, W.T. (2008). The Inner Game of Tennis: The Classic Guide to the Mental Side of Peak Performance. New York: Random House.

Gerson, R. (1999). Marketing health & fitness programs. Champaign: Human Kinetics.

Gerson, R. (1999). Members for life. Champaign: Human Kinetics.

Godin, Seth (2008). Tribos. Lisboa: Lua de Papel.

Godin, Seth (2011). Como se tornar indispensável. Lisboa: Lua de Papel.

Jarov, K. (1982). A vitória desportiva e a educação da vontade. Lisboa: Livros horizonte.

Hall, E. (1963). A system for the notation of proxemic behavior. American anthropologist, 65(5).

Hill, N. (2007). Think and grow rich. Radford: Wilder.

Krogerus, M. e Tschappeler, R. (2015). O livro das perguntas. Marcador.

Kuppers, V. [Ted Talks]. (12.10.2013). Actitud | Victor Küppers | TEDxAndorralaVella. [Ficheiro em video]. Retirado de: https://www.youtube.com/watch?v=nWecIwtN2ho

Lages, A. e O´Connor, J. (2004). Coaching com PNL. Qualitymark

Langer, E. J., Blank, A., e Chanowitz, B. (1978). The mindlessness of ostensibly thoughtful action: The role of “placebic” information in interpersonal interaction. Journal of Personality and Social Psychology36(6), 635–642. doi:10.1037/0022-3514.36.6.635

Lazarus, J. (2006). Ahead of the Game: How to Use Your Mind to Win in Sport. Cornwall: Ecademy Press.

Leipzig, A. [TedXTalks]. (02.02.2013). How to Know Your Life Purpose in 5 Minutes. [Ficheiro em vídeo]. Retirado de: https://www.youtube.com/watch?v=vVsXO9brK7M

Lipton, B. (2016). The biology of belief. New York: Hay House.

Mazilli, J. (1996). Manual de Programação Neurolinguística. São Paulo: Edição do Autor.

McKenna, P. (2009). Mude a sua vida em sete dias. Lisboa: Lua de Papel.

McKenna, P. (2009b). Confiança instantânea. Lisboa: Lua de Papel.

McKenna, P. (2011). Controle o stress. Lisboa: Lua de Papel.

Michels, B. e Stutz, P. (2012). O Método. Oeiras: Albatroz.

Millburn, J. e Nicodemus, R. (2015). Essential: Essays by The Minimalists. Asymmetrical Press.

Morais, T. (2007). Compromisso: nunca desistir, 4ªed. Booknomics.

Neill, M. (2008). Chega aonde quiseres. Alfragide: Livros D’hoje.

Neill, M. (2011). Super coach. Alfragide: Livros D’hoje.

Noel, M. (2013). Seja o autor da sua vida. Amadora: Nascente.

Nogueira, D. (2010). Trate a vida por tu. Lisboa: Lua de Papel.

O’Connor, J. (2014). NLP and sports (versão kindle). Retirado de: http://www.amazon.com

O´Connor, J. e Lages, A. (2007). How Coaching Works: The Essential Guide to the History and Practice of Effective Coaching. London: A & C Black.

Olmedilla, A., Garcés de los Fayos Ruiz, E., Nieto García, G. (2002). Manual de psicología del deporte. Murcia: DM.

Peale, N. V. (1952). The power of positive thinking. New York: Fireside.

Penim, A. e Catalão, J. (2017). Ferramentas de team coaching. Lisboa: Lidel.

Pérez, J. (2009). Coaching para docentes. Porto: Porto Editora.

Peters, T. (1999). Brand You 50: reinventing work. Knopf.

Petruzzi, J. (2011). Excel at sports: Be the Best at Sports, Business & Life with NLP Neuro Linguistic Programming. Eastbourne: Dragon Rising.

Porter, K. [The University of Scranton]. (18.11.2009). The mental athlete. [Ficheiro em video]. Retirado de: https://www.youtube.com/watch?v=Ko0TdGdcXyw

Robbins, A. (2012). O poder sem limites. Pergaminho.

Robbins, A. [John White]. (20.09.2013). Ten fundamental keys to effective presentation and persuasion. [Ficheiro em video]. Retirado de: https://www.youtube.com/watch?v=6V3JffnkUuM

Robbins, A. [TED.com]. (2006). Why we do what we do. [Ficheiro em vídeo]. Retirado de: https://www.ted.com/talks/tony_robbins_asks_why_we_do_what_we_do

Robbins, M. (2017). The 5 Second Rule: Transform Your Life, Work, and Confidence with Everyday Courage. Savio Republic.

Rohn, J. (2003). One-year success plan [CD].

Santos, G. (2014). Agarra o agora. Lisboa: Esfera dos livros.

Sinek, S. (2009). Start with why: how great leaders inspire everyone to take action. New York: Portfolio.

Sinek, S. (2017). Find your why. New York: Portfolio.

Sinek, S. [TED.com]. (Setembro 2009). How great leaders inspire action. [Ficheiro em vídeo]. Retirado de: https://www.ted.com/talks/simon_sinek_how_great_leaders_inspire_action

SPARC (2001). Public relations. Retirado de: http://www.sportnz.org.nz/en-nz/communities-and-clubs/

SPARC (2001). Strategic leadership. Retirado de: http://www.sportnz.org.nz/en-nz/communities-and-clubs/

SPARC (2002). Marketing and public relations. Retirado de: http://www.sportnz.org.nz/en-nz/communities-and-clubs/

SPARC. Tips for coaches. Retirado de: http://www.sportnz.org.nz/Documents/Communities%20and%20Clubs/Clubkit/tips_coach.pdf

Treasure, J. [TED.com]. (2013). How to speak so that people want to listen. [Ficheiro em vídeo]. Retirado de: https://www.ted.com/talks/julian_treasure_how_to_speak_so_that_people_want_to_listen

Urban, T. [TED.com]. (2016). Inside the mind of a master procrastinator. [Ficheiro em vídeo]. Retirado de: https://www.ted.com/talks/tim_urban_inside_the_mind_of_a_master_procrastinator

Vipassana (2014). About. Retirado de: http://www.dhamma.org/pt/about/vipassana.

Whitmore, J. (2009). Coaching for Performance: GROWing Human Potential and Purpose – The Principles and Practice of Coaching and Leadership, 4th Edition. London: Nicholas Brealey Publishing.

Whitmore, J. [Ted Talks]. (07.02.2013). Cleverly Connected: Sir John Whitmore at TEDxCheltenham. [Ficheiro em video]. Retirado de: https://www.youtube.com/watch?v=6fld90L6Hkw

Williams, R. (2008). PSYCH-K … The Missing Piece Peace in Your Life!. Crestone: Myrddin Publications.

Yang, Y., Baker, S., Kannan, A. e Ramanan, D. (2012). Recognizing Proxemics in Personal Photos. 2012 IEEE Conference on Computer Vision and Pattern Recognition. Disponível em: https://www.cs.cmu.edu/~deva/papers/proxemics_2012.pdf

Caixa de Ferramentas do Coach – Mapa do Tesouro

Resumindo o Plano de Ação Para o Sucesso

Podemos utilizar diversas ferramentas num processo de coaching, mas o caminho para o sucesso, independentemente da abordagem ou ferramentas utilizadas, irá passar pelos seguintes passo: 1.VISÃO clara daquilo que pretendemos. 2. Encontrar um PORQUÊ que nos emocione. 3. Ter um MÉTODO. 4. AÇÃO (em vez de observar, agir de forma massiva). Colocar tarefas agendadas no calendário. 5. FOCO (rever objetivos frequentemente) 6. Utilizar um DIÁRIO (porque todas as pessoas de sucesso usam; é uma ferramenta terapeutica e é o dispositivo de DISCIPLINA/CONTROLO).

Mapa do Tesouro.

Este título é apenas uma metáfora para descrever o processo para chegar ao objetivo. Podemos chamar-lhe caminho (já é uma metáfora) ou podemos dizer que é um conjunto de tarefas, ou um conjunto de ações, ou… “O mapa do tesouro!” Soa melhor, certo? Este pode ser considerado o objetivo final de uma sessão de coaching: um plano de ação criado pelo cliente, com a ajuda do coach, ou seja, um mapa do tesouro (um conjunto de processos em direção ao objetivo de resultado definido inicialmente pelo cliente).

Aplicar uma abordagem de coaching na relação professor-aluno ou treinador-atleta vai equilibrar e certamente melhorar a comunicação e a probabilidade de êxito do processo de treino. As pessoas podem descobrir as soluções para os seus desafios e criar um plano de ação com maior probabilidade de execução.